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A História da Roleta ao Vivo Segundo Betzoid Portugal

A role­ta ao vivo repre­sen­ta uma das evo­lu­ções mais signi­fi­ca­tiv­as no mun­do dos jogos de casi­no online, com­bi­n­an­do a con­ve­niên­cia digi­tal com a auten­ti­ci­da­de de uma expe­riên­cia pre­sen­cial. Segun­do a aná­li­se do Bet­zo­id Por­tu­gal, esta moda­li­da­de trans­for­mou com­ple­ta­men­te a for­ma como os joga­do­res inter­agem com um dos jogos mais icó­ni­cos da his­tória dos casi­nos. A tra­je­tória des­de as pri­mei­ras mesas físi­cas até às trans­mis­sões em tem­po real refle­te não ape­n­as avan­ços tec­noló­gi­cos, mas tam­bém mudan­ças pro­fund­as nas expec­ta­tiv­as e pre­ferên­ci­as dos joga­do­res por­tu­gue­ses e internacionais.

Das Origens Francesas à Digitalização Moderna

A his­tória da role­ta remon­ta ao sécu­lo XVII, quan­do o mate­má­ti­co fran­cês Blai­se Pas­cal inad­vert­ida­men­te criou uma ver­são pri­mi­ti­va do jogo duran­te suas expe­riên­ci­as com máqui­nas de movi­men­to per­pé­tuo. Con­tu­do, a role­ta como con­he­ce­mos hoje con­so­li­dou-se ape­n­as no sécu­lo XVIII, nos salões de Paris, onde rapi­da­men­te se tor­nou sím­bo­lo de ele­gân­cia e sofi­sti­ca­ção. A ver­são euro­peia, com um úni­co zero, estabe­le­ceu-se como padrão em Mon­te Car­lo e pos­te­rior­men­te espal­hou-se por todo o continente.

O Bet­zo­id Por­tu­gal desta­ca que a tran­si­ção para o ambi­en­te digi­tal ini­ciou-se dis­cre­ta­men­te na déca­da de 1990, quan­do os pri­mei­ros casi­nos online ofe­reciam ver­sões com­pu­to­rizadas da role­ta. Estas pri­mei­ras itera­ções, embo­ra ino­va­do­ras para a épo­ca, care­ciam do ele­men­to huma­no e da atmos­fera autên­ti­ca que carac­te­ri­za­vam as mesas físi­cas. Os joga­do­res sen­ti­am fal­ta da inter­ação com cru­piês reais e da tensão pal­pá­vel que acom­p­an­ha cada giro da roda. Esta lacu­na per­ma­neceu evi­den­te até ao sur­gi­men­to das tec­no­lo­gi­as de strea­ming ao vivo no iní­cio dos anos 2000.

A ver­dadei­ra revo­lu­ção ocor­reu apro­xi­ma­damen­te em 2003, quan­do empre­sas pionei­ras come­ça­ram a expe­ri­men­tar com trans­mis­sões de vídeo em tem­po real de mesas de role­ta ope­ra­das por cru­piês huma­nos. Ini­cial­men­te, a qual­i­da­de das trans­mis­sões era limi­ta­da pela lar­gu­ra de ban­da dis­poní­vel e pelas capa­ci­d­a­des téc­ni­cas da épo­ca. No ent­an­to, à medi­da que a infraestru­tu­ra de inter­net melho­ra­va glo­bal­men­te, espe­cial­men­te em Por­tu­gal e nou­tros mer­ca­dos euro­peus, a expe­riên­cia da role­ta ao vivo tor­nou-se pro­gres­si­v­a­men­te mais imersi­va e acessível.

A Expansão Tecnológica e a Experiência Imersiva

Ent­re 2010 e 2015, o setor expe­ri­men­tou um cre­sci­men­to expo­nen­cial impul­sio­na­do por múl­ti­plos fato­res con­ver­gen­tes. O Bet­zo­id Por­tu­gal iden­ti­fi­ca este perío­do como cru­cial para a con­so­li­da­ção da role­ta ao vivo enquan­to pre­ferên­cia domi­nan­te ent­re joga­do­res por­tu­gue­ses. A pro­li­fera­ção de smart­phones e tablets per­mi­tiu que os uti­liz­ado­res ace­des­sem às mesas ao vivo de qual­quer loca­li­za­ção, enquan­to as mel­ho­ri­as na com­pres­são de vídeo garan­ti­am trans­mis­sões flui­das mes­mo em con­exões móveis.

Os estú­di­os espe­cia­liz­ados em jogos ao vivo inves­tiram mil­hões em infraestru­tu­ra, cri­an­do ambi­en­tes que repli­ca­vam meti­cu­lo­sa­men­te a atmos­fera dos casi­nos ter­res­tres mais pres­ti­gi­a­dos. Câme­ras de alta defi­ni­ção posi­cio­na­das estra­te­gi­ca­men­te ofe­recem múl­ti­plos ângu­los de visua­li­za­ção, per­mi­t­in­do aos joga­do­res acom­p­an­har cada movi­men­to da bola com cla­re­za cris­tali­na. A intro­du­ção de tec­no­lo­gi­as como Opti­cal Cha­rac­ter Reco­gni­ti­on (OCR) auto­ma­tiz­ou o recon­he­ci­men­to de resul­ta­dos, eli­mi­n­an­do erros huma­nos e ace­le­ran­do o rit­mo do jogo sem com­pro­me­ter a auten­ti­ci­da­de. Para aque­les que dese­jam con­ti­nu­ar len­do sob­re as ino­va­ções téc­ni­cas especí­fi­cas, é importan­te compreen­der que estas tec­no­lo­gi­as não ape­n­as melhora­ram a qual­i­da­de visu­al, mas tam­bém intro­du­zi­ram fun­cio­nal­ida­des inte­r­ativ­as como chat ao vivo com cru­piês e estatí­sti­cas em tem­po real.

A per­so­na­li­za­ção tor­nou-se out­ro pilar fun­da­men­tal da expe­riên­cia moder­na. Pla­ta­formas come­ça­ram a ofe­recer mesas com dife­ren­tes limi­tes de apo­s­tas, des­de opções aces­sí­veis para joga­do­res recrea­tivos até salas VIP com sta­kes ele­va­dos para apo­sta­do­res mais expe­ri­en­tes. Algu­mas ope­ra­do­ras intro­du­zi­ram mesas com cru­piês que falam por­tu­guês, um desen­vol­vi­men­to par­ti­cu­lar­men­te apre­cia­do pelo mer­ca­do lusó­fo­no. O Bet­zo­id Por­tu­gal obser­va que esta loca­li­za­ção lin­guí­sti­ca e cul­tu­ral con­tri­buiu signi­fi­ca­tiv­a­men­te para a popu­la­ri­za­ção da moda­li­da­de em ter­ri­tório nacional.

Variantes e Inovações Contemporâneas

A evo­lu­ção da role­ta ao vivo não se limi­tou a mel­ho­ri­as téc­ni­cas ; o pró­prio for­ma­to do jogo expan­diu-se con­sidera­vel­men­te. Além das ver­sões clás­si­cas euro­peia e fran­ce­sa, sur­gi­ram vari­an­tes ino­va­do­ras que incor­poram ele­ment­os de entre­ten­imen­to tele­vi­si­vo. A Light­ning Rou­lette, por exem­plo, intro­duz mul­ti­pli­ca­do­res alea­tóri­os em deter­mi­na­dos núme­ros, cri­an­do opor­tu­ni­d­a­des de gan­hos sub­s­tancial­men­te maio­res e adi­cio­n­an­do uma cama­da extra de emo­ção a cada ronda.

Outras vari­an­tes incluem a Immersi­ve Rou­lette, que uti­li­za câme­ras de câma­ra len­ta para cap­turar o momen­to exa­to em que a bola encon­tra seu desti­no final, e a Dou­ble Ball Rou­lette, onde duas bolas são lan­ça­das simul­ta­nea­men­te, alteran­do com­ple­ta­men­te as pro­ba­bil­ida­des e estra­té­gi­as tra­di­cio­nais. O Bet­zo­id Por­tu­gal nota que estas ino­va­ções atraí­ram uma demo­gra­fia mais jovem, habi­tua­da a expe­riên­ci­as de entre­ten­imen­to dinâ­mi­cas e visual­men­te estimulantes.

A inte­gra­ção de ele­ment­os de gami­fi­ca­ção repre­sen­ta outra ten­dên­cia signi­fi­ca­ti­va. Sis­te­mas de recom­pen­sas, tabe­las de clas­si­fi­ca­ção e torn­ei­os especí­fi­cos de role­ta ao vivo incen­ti­vam o envol­vi­men­to con­tí­nuo dos joga­do­res. Algu­mas pla­ta­formas imple­ment­aram fun­cio­nal­ida­des sociais que per­mi­t­em aos uti­liz­ado­res par­til­har vitóri­as ou for­mar comu­ni­d­a­des em tor­no de mesas especí­fi­cas, recri­an­do digi­tal­men­te o aspe­to social dos casi­nos físicos.

O Mercado Português e Perspetivas Futuras

Em Por­tu­gal, a regu­la­men­ta­ção do jogo online atra­vés do Ser­vi­ço de Regu­la­ção e Inspe­ção de Jogos (SRIJ) estabe­le­ceu um qua­dro legal que simul­ta­nea­men­te pro­té­gé con­sum­i­do­res e per­mi­te a ope­ra­ção de pla­ta­formas licen­cia­das. Esta estru­tu­ra regu­la­tória con­tri­buiu para a legi­ti­ma­ção da role­ta ao vivo, dis­si­pan­do preo­cu­p­a­ções sob­re equi­da­de e segu­ran­ça que ante­rior­men­te limi­ta­vam a ado­ção mais ampla.

O Bet­zo­id Por­tu­gal iden­ti­fi­ca vári­as ten­dên­ci­as emer­gen­tes que mol­darão o futu­ro pró­xi­mo da role­ta ao vivo. A rea­li­da­de vir­tu­al e aumen­ta­da pro­me­tem níveis de imer­são sem pre­ce­den­tes, per­mi­t­in­do aos joga­do­res »sen­ta­rem-se« vir­tu­al­men­te em mesas tri­di­men­sio­nais e inter­agi­rem com o ambi­en­te de formas ante­rior­men­te impos­sí­veis. Expe­riên­ci­as pilo­to já demons­tra­ram o poten­cial des­tas tec­no­lo­gi­as, embo­ra a ado­ção mas­si­va ain­da depen­da da aces­si­bil­ida­de de dis­po­si­tivos adequados.

A inte­li­gên­cia arti­fi­ci­al des­em­pen­hará um papel cre­s­cen­te na per­so­na­li­za­ção da expe­riên­cia. Algo­rit­mos sofi­sti­ca­dos poderão ana­li­sar padrões de jogo indi­vi­duais e suger­ir mesas ou vari­an­tes ali­nha­das com pre­ferên­ci­as especí­fi­cas. Simul­ta­nea­men­te, estas tec­no­lo­gi­as for­tale­cerão meca­nis­mos de jogo responsá­vel, iden­ti­fi­can­do com­por­ta­ment­os pro­ble­má­ti­cos e ativ­an­do inter­ven­ções pre­ven­ti­vas quan­do necessário.

A sus­ten­ta­bil­ida­de tam­bém emer­ge como con­sidera­ção rele­van­te. Estú­di­os de jogos ao vivo come­çam a imple­men­tar prá­ti­cas ecoló­gi­cas, des­de efi­ci­ên­cia ener­gé­ti­ca nas instala­ções até com­pen­sa­ção de car­bo­no, respon­den­do às cre­s­cen­tes expec­ta­tiv­as dos con­sum­i­do­res rela­tiv­a­men­te à responsa­bil­ida­de ambi­en­tal corporativa.

A his­tória da role­ta ao vivo, con­for­me docu­men­ta­da pelo Bet­zo­id Por­tu­gal, ilus­tra como tra­di­ção e ino­va­ção podem coexistir har­mo­ni­o­sa­men­te. Des­de suas ori­gens aris­to­crá­ti­cas nos salões pari­si­en­ses até aos sofi­sti­ca­dos estú­di­os de strea­ming con­tem­po­râ­ne­os, este jogo icó­ni­co adap­tou-se con­ti­nu­a­men­te às mudan­ças tec­noló­gi­cas e cul­tu­rais. Para os joga­do­res por­tu­gue­ses, a role­ta ao vivo repre­sen­ta não ape­n­as entre­ten­imen­to, mas uma pon­te ent­re o patrimó­nio his­tóri­co dos jogos de casi­no e as pos­si­bil­ida­des ili­mi­ta­das da era digi­tal. À medi­da que novas tec­no­lo­gi­as emer­gem e as expec­ta­tiv­as dos uti­liz­ado­res evo­luem, a essên­cia do jogo per­ma­nece inal­terada : a ante­ci­pa­ção emo­cio­n­an­te enquan­to a bola gira, a espe­ran­ça de que a sor­te favor­eça o apo­sta­dor, e a expe­riên­cia par­tilha­da que tran­s­cen­de fron­tei­ras físi­cas e temporais.

Grafik

Plastik

Keramik

Schmuck

vertretende Künstler

Günter Blendinger

Günter Blendinger

Maler. Gra­fi­ker

Bereits wäh­rend sei­ner Schul­zeit in Meu­sel­witz besuch­te Gün­ter Blen­din­ger einen Zir­kel für künst­le­ri­sches Volks­schaf­fen, wo bereits die Grund­la­gen für sei­ne spä­te­re künst­le­ri­sche Tätig­keit geschaf­fen wur­den. Auch in der Zeit sei­ner Aus­bil­dung als Maschi­nen­bau­er 1961 bis 1963 und als Berufs­kraft­fah­rer 1966 nahm er an einem Zei­chen­zir­kel im Ber­li­ner Haus der jun­gen Talen­te teil.

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Die­ses Enga­ge­ment set­ze er im Gra­fik-Zen­trum-Pan­kow fort, des­sen Lei­ter er nach dem Stu­di­um wur­de. Ange­regt von ers­ten künst­le­ri­schen Erfol­gen absol­vier­te Gün­ter Blen­din­ger von 1969 bis 1974 ein Kunst­stu­di­um an der Kunst­hoch­schu­le Ber­lin-Wei­ßen­see, Fach­rich­tung Gra­fik. Sein Leh­rer war dort zunächst Arno Mohr, spä­ter auch Wer­ner Klem­ke und Axel Bert­ram. Das Diplom schloss er mit einer Rei­he von Pla­ka­ten ab. Nach dem Stu­di­um wur­de er 1974 Mit­glied im Ver­band Bil­den­der Künst­ler der DDR, Sek­ti­on Male­rei und Gra­fik und blieb es bis zur Auf­lö­sung des Ver­ban­des 1991. Seit­dem arbei­tet er frei­be­ruf­lich in Ber­lin und Zeper­nick. Stu­di­en­rei­sen führ­ten ihn unter ande­rem nach Rumä­ni­en, Bul­ga­ri­en, in die Sowjet­uni­on, spä­ter nach Frank­reich, Spa­ni­en und immer wie­der nach Ita­li­en in die Toskana.
 
Manfred Butzmann

Manfred Butzmann

Maler. Gra­fi­ker

Man­fred Butz­mann wur­de als Sohn eines Gärt­ners in Bor­nim gebo­ren. Nach­dem der Vater im Volks­sturm 1945 von Sol­da­ten der Roten Armee erschos­sen wor­den war, wuchs er in Eutzsch (Kreis Wit­ten­berg) bei Ver­wand­ten auf einem Bau­ern­hof auf. 1955 hol­te ihn sei­ne Mut­ter zurück nach Pots­dam, wo er die Ober­schu­le besuch­te und schließ­lich 1961 das Abitur ablegte.

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In die­ser Zeit nahm er bereits Zei­chen­un­ter­richt. Nach dem Abitur absol­vier­te er 1961 bis 1964 eine Aus­bil­dung zum Off­setre­tu­scheur in Ber­lin und Pots­dam. Neben­her arbei­te­te er im Mal­zir­kel von Magnus Zel­ler in Caputh ; eine Arbeit von 1962 wur­de 1969 auf­ge­nom­men in den 100 Tafeln umfas­sen­den Quer­schnitts­band zum bild­ne­ri­schen Volks­schaf­fen in der DDR, Graphikspiegel.[1] 1964 bis 1969 stu­dier­te Man­fred Butz­mann Gra­fik an der Kunst­hoch­schu­le Ber­lin-Wei­ßen­see bei Arno Mohr, Wer­ner Klem­ke und Klaus Witt­ku­gel. 1988 bis 1993 war er hier Gast­do­zent. Nach der Hei­rat mit der Land­schafts­ar­chi­tek­tin Eva Butz­mann bezog das Ehe­paar 1966 eine Woh­nung in der Park­stra­ße 36 in Ber­lin-Pan­kow. 1966 wur­de die Toch­ter Iris gebo­ren, 1972 Char­lot­te und 1983 Johan­na. Ab 1970 arbei­te­te er frei­schaf­fend als Gra­fi­ker, zunächst als Buch­il­lus­tra­tor. 1973 bis 1977 war er Meis­ter­schü­ler an der Aka­de­mie der Küns­te (Ber­lin) bei Wer­ner Klem­ke. Das Meis­ter­schü­ler­stu­di­um wur­de 1976 unter­bro­chen, als Man­fred Butz­mann den Reser­vis­ten­dienst in der NVA leis­ten muss­te. Ange­regt von der Tris­tesse des Kaser­nen­le­bens ent­stand die Radier­fol­ge Ein­drü­cke. Danach arbei­te­te er zunächst als Buch­il­lus­tra­tor sowie Ein­band­ge­stal­ter, schuf seit 1977 aber auch Druck­gra­fi­ken und Aqua­rel­le, Foto­pla­ka­te und Post­kar­ten. Ab 1971 ent­warf er die Pla­ka­te für sei­ne Aus­stel­lun­gen als Off­set-Litho­gra­fie selbst, in der Regel wur­den sie in der Ber­li­ner Dru­cke­rei Graetz gedruckt. Nach 1976 nahm er an zahl­rei­chen Plein­airs teil, bei denen sich zahl­rei­che Künst­ler bei der Frei­luft­ma­le­rei tra­fen. 1989/​90 arbei­te­te er im Unter­su­chungs­aus­schuss zu den poli­zei­li­chen Über­grif­fen am 7. und 8. Okto­ber 1989 in Ber­lin mit.[2] Danach arbei­te­te er an meh­re­ren Pro­jek­ten. 1991 erhielt er den Käthe-Koll­witz-Preis der Aka­de­mie der Küns­te, 1993 den drit­ten Preis für sei­nen Ent­wurf für ein Mahn­mal zur Bücher­ver­bren­nung in Ber­lin und 1999 die Fer­di­nand-von-Quast-Medail­le des Ber­li­ner Lan­des­denk­mal­am­tes. Eine beson­de­re Vor­lie­be Man­fred Butz­manns gilt den Abrei­bun­gen. Zahl­rei­che Abnah­men tätig­te er in alten Ber­li­ner Haus­flu­ren, auf Stra­ßen, aber auch von Grab­stei­nen und Türen. Seit 2007 lebt und arbei­tet Man­fred Butz­mann in Potsdam-Bornim.
 
Jürgen Gerhard

Jürgen Gerhard

Maler, Gra­fi­ker

Nach dem Abitur erlern­te Ger­hard den Beruf des Schrift­set­zers, den er 1966 bis 1967 in Leip­zig aus­üb­te. Er stu­dier­te ab 1968 zehn Semes­ter an der Hoch­schu­le für Gra­fik und Buch­kunst Leip­zig und schloss das Stu­di­um 1973 mit einem Diplom ab.

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Seit­her ist er als frei­be­ruf­li­cher Maler und Gra­fi­ker tätig. 1976 zog er ins bran­den­bur­gi­sche Hohen Neu­en­dorf, wo er seit 1978 auch ein eige­nes Ate­lier betreibt. Von 1986 bis 1990 war Ger­hard Hono­rar­do­zent an der Fach­schu­le für Wer­bung und Gestal­tung in Ber­lin-Schö­ne­wei­de. Seit 1990 doziert er an der Volks­hoch­schu­le und hat­te von 2000 bis 2004 einen Lehr­auf­trag für figür­li­ches Zeich­nen an der Hoch­schu­le für Film und Fern­se­hen „Kon­rad Wolf“ in Pots­dam-Babels­berg inne. Ger­hards Wer­ke wur­den in Ein­zel­aus­stel­lun­gen und Aus­stel­lungs­be­tei­li­gun­gen vor­nehm­lich im Gebiet der ehe­ma­li­gen DDR, aber auch in Hanoi, Lon­don, Minsk, Mos­kau oder Prag gezeigt. Ein Teil sei­ner Arbei­ten befin­det sich in öffent­li­chem Besitz und in zahl­rei­chen Muse­en, dar­un­ter das Lin­den­au-Muse­um Alten­burg, Mär­ki­sches Muse­um Ber­lin oder im Otto-Dix-Haus. Jür­gen Ger­hard ist seit 1975 mit der Kera­mi­ke­rin Frau­ke Sei­fert ver­hei­ra­tet und lebt mit ihr in Hohen Neuendorf.
 
Dieter Goltzsche

Dieter Goltzsche

Maler, Gra­fi­ker

Rolf Lindemann

Rolf Lindemann

Maler

Rahel Mucke

Rahel Mucke

Male­rin

gebo­ren 1963 in Köthen/​Anhalt, auf­ge­wach­sen in Halle/​Saale
1969 – 1979 Schul­be­such
1977 – 1979, 1982 – 1983 Abend­kur­se Malen/​Zeichnen bei Mar­tin Schmidt in Halle/​Saale

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1979 – 1982 Abitur und Berufs­ab­schluß als Schlos­se­rin in Neu­bran­den­burg Abend­kur­se Malen/​Zeichnen bei Fal­ko Beh­rendt und Rolf Wurzer

1983 – 1985 Stu­di­um an der Kunst­hoch­schu­le Ber­lin-Wei­ßen­see, Fach­rich­tung Graphik-Design

1985 – 2002 Aus­bil­dung als Buch­händ­le­rin und Arbeit in Berlin

seit 2000 Inten­si­vie­rung der künst­le­ri­schen Arbeit Beschäf­ti­gung mit Aqua­rell, Misch­technik und Druckgraphik

seit 2006 Kunst­do­zen­tin an der Volks­hochschule Ber­lin-Char­lot­ten­bur­g/­Wil­mers­dor

seit 2011Mitglied im Berufs­ver­band Bil­den­der Künst­ler Ber­lins e. V.

Christina Renker

Christina Renker

Kera­mi­ke­rin

Chris­ti­na Ren­ker wur­de 1941 in Alten­burg gebo­ren. Nach einer Töp­fer­leh­re absol­vier­te sie 1969 ihr Diplom als Kera­mik­de­si­gne­rin an der Kunst­hoch­schu­le Berlin-Weißensee.

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Seit 1970 lebt sie als freie Künst­le­rin in Ber­lin. Chris­ti­na Ren­kers Arbei­ten befin­den sich im Besitz von Muse­en und Samm­lun­gen u. a. im Kunst­ge­wer­be­mu­se­um in Ber­lin Köpe­nick, im Mär­ki­schen Muse­um Ber­lin, im Kunst­mu­se­um Klos­ter Unser Lie­ben Frau­en, Mag­de­burg, in den Staat­li­chen Kunst­samm­lun­gen Dres­den und im Gras­si­mu­se­um Leipzig.
Klaus Roenspieß

Klaus Roenspieß

Maler

Mideele Schade

Mideele Schade

Male­rin

1963 gebo­ren in Lüb­ben /​ Spree­wald | Deutsch­land
1982 Abitur
1985 Abend­stu­di­um an der Kunst­hoch­schu­le Ber­lin – Weißensee

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1991 – 1996 Stu­di­um der Male­rei an der Hoch­schu­le der Küns­te (HdK) Berlin

1995 Arbeits­sti­pen­di­um der Käthe Dorsch Stif­tung 1997 Ernen­nung zur Meisterschülerin

1997 – 1999 Näfog – Sti­pen­dia­tin lebt und arbei­tet in Berlin

Max Stock

Max Stock

Maler, Gra­fi­ker

Nach sei­nem Stu­di­um von 1968 bis 1971 an der Fach­schu­le für Wer­bung und Gestal­tung Ber­lin arbei­te­te Max Stock als Maler und Gra­fi­ker in Ber­lin und Jüterbog.

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1984 ver­ließ er mit sei­ner Fami­lie die DDR und zog nach Ber­lin-Kreuz­berg, wo er in einer Ate­lier­ge­mein­schaft am Meh­ring­damm arbeitete.

Seit 1996 lebt und arbei­tet er in Ber­lin-Prenz­lau­er Berg. Arbei­ten von Max Stock befin­den sich unter ande­rem im Besitz der Samm­lun­gen Kup­fer­stich­ka­bi­nett Ber­lin, Neu­er Ber­li­ner Kunst­ver­ein, Staat­li­che Muse­en zu Ber­lin und zahl­rei­cher pri­va­ter Samm­ler. Neben Tafel­ma­le­rei, Gra­fik und Pla­ka­te schuf Max Stock zusam­men mit Künst­ler­kol­le­gen auch meh­re­re groß­for­ma­ti­ge Wand­bil­der in Berlin.

Max Stock ist der Ken­ner und Lieb­ha­ber der Linie, immer unter­wegs zu ihr, immer an sie den­kend. Unter­wegs auf dem Lini­en­weg zur Linie. Sein bestän­di­ges, gna­den­lo­ses Unter­wegs­sein ver­dich­tet sein Linen­le­ben zu einer Lini­en­exis­tenz.” Aus­zug aus der Eröff­nungs­re­de zur Aus­stel­lung »Aus der Linie geboren«

 
Hans Ticha

Hans Ticha

Gra­fi­ker

Nach der Ver­trei­bung aus der Tsche­cho­slo­wa­kei besuch­te er von 1946 bis 1958 die Schu­le in Schkeu­ditz und stu­dier­te von 1958 bis 1962 Päd­ago­gik (Kunst­er­zie­hung und Geschich­te) an der Karl-Marx-Uni­ver­si­tät Leipzig.

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Von 1962 bis 1964 arbei­te­te Ticha als Leh­rer in Lin­den­thal bei Leip­zig, ab 1965 stu­dier­te er an der Hoch­schu­le für bil­den­de und ange­wand­te Kunst Ber­lin-Wei­ßen­see, u. a. bei Kurt Rob­bel, Wer­ner Klem­ke, Arno Mohr und Klaus Witt­ku­gel. Nach sei­nem Stu­di­en­ab­schluss war er von 1970 bis 1990 als frei­schaf­fen­der Maler und Buch­il­lus­tra­tor tätig. In die­ser Zeit gehör­te er, wohn­haft in der Ryke­stra­ße im Prenz­lau­er Berg, zum kul­tu­rel­len Sam­mel­feld des Koll­witz­plat­zes in Ber­lin. Nach der Wen­de in der DDR zog er 1990 nach Mainz. 1993 zog er nach Hoch­stadt bei Hanau. Ticha arbei­te­te für fast alle maß­geb­li­chen Ver­la­ge der DDR (Mit­tel­deut­scher Ver­lag, Ver­lag Jun­ge Welt, Ver­lag der Nati­on, Auf­bau Ver­lag, Kin­der­buch­ver­lag Ber­lin u. v. a.) und war durch Aus­ga­ben der Bücher­gil­de Guten­berg auch im Wes­ten ver­tre­ten. Ins­ge­samt gestal­te­te er mehr als 90 Bücher.
 
Hans Vent

Hans Vent

Maler, Gra­fi­ker

Bereits wäh­rend sei­ner Schul­zeit erhielt Hans Vent Mal- und Zei­chen­un­ter­richt durch sei­nen Vater, einem Landschaftsmaler.

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Nach des­sen Tod begann er 1948 eine Leh­re als Bau- und Deko­ra­ti­ons­ma­ler in Wei­mar und besuch­te Abend­kur­se, unter ande­rem bei Otto Paetz. In Vor­be­rei­tung eines geplan­ten Hoch­schul­stu­di­ums absol­vier­te Hans Vent 1951/​52 ein ein­jäh­ri­ges Stu­di­um an der Fach­schu­le für Aus­bau­tech­nik und schloss die­ses als Indus­trie­meis­ter ab, anschlie­ßend arbei­tet er als Restau­ra­to­ren­vo­lon­tär am Schloß­mu­se­um Gotha. 1953 begann er ein Stu­di­um der Male­rei an der Hoch­schu­le für bil­den­de und ange­wand­te Kunst Ber­lin-Wei­ßen­see. Dort wur­de er bis 1958 von Toni Mau, Kurt Rob­bel, Bert Hel­ler und Gabrie­le Muc­chi unter­rich­tet. Ab 1958 war er Mit­glied im Ver­band Bil­den­der Künst­ler Deutsch­lands (VBKD). Da sei­ne Bil­der einen zum Teil abs­trak­ten Cha­rak­ter haben, wur­den sie in die­ser Zeit oft­mals als for­ma­lis­tisch ange­grif­fen. Nach meh­re­ren Wand­bil­dern wid­me­te sich Hans Vent ab den 1970er Jah­ren aus­schließ­lich der Male­rei, Gra­fik und Kera­mik. Ab 1975 hat­te er einen Lehr­auf­trag für Male­rei an der Kunst­hoch­schu­le Ber­lin-Wei­ßen­see inne. Wäh­rend einer Indi­en­rei­se 1977 sam­mel­te er zahl­rei­che Ideen und Anre­gun­gen. 1980 wur­den sei­ne Arbei­ten im Rah­men der Wan­der­aus­stel­lung Zeit­ver­gleich aus­ge­stellt, die von der Kunst­zeit­schrift ART, der Gale­rie Brusberg und dem Kul­tur­mi­nis­te­ri­um der DDR in West­deutsch­land orga­ni­siert wur­de. Eine Rei­se Vents im Rah­men der Aus­stel­lungs­rei­he nach Mün­chen wur­de aber kurz­fris­tig abge­sagt, nach­dem sich Gün­ter Grass in sei­nem Vor­wort zum Kata­log der Aus­stel­lung Gedan­ken über die deut­sche Tei­lung gemacht hat­te. 1989 erschien ein Werk­ver­zeich­nis sei­ner Druck­gra­fik, das von Peter Rös­ke her­aus­ge­ge­ben wur­de. Seit 1990 war Hans Vent Mit­glied der Aka­de­mie der Küns­te. Er leb­te und arbei­te­te bis zu sei­nem Tod am 31. Janu­ar 2018 in Berlin.
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